sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Viver ou não, eis a questão.



Passamos o tempo preocupados com o que os outros pensam de nós, condicionando as nossas atitudes, que nos esquecemos de viver como realmente queremos.

Dizemos o que é politicamente correto em vez de dizermos aquilo que realmente nos vai na alma, para não ferir susceptibilidades, ou para não sermos julgados.

Aquilo que tu pensas de mim é a tua opinião.
Aquilo que eu penso de ti, só a mim diz respeito.
Não podemos ter influências diferentes, gostos diferentes, crenças, religiões, clubes e sermos amigos na mesma?

Quando dermos por nós, vemos que não vivemos a vida que queríamos para nós, mas a vida que quiseram para nós.
Insistimos em julgar primeiro o que é diferente, e a perguntar depois.
Somos cépticos em vez de crentes.
Temos medo de agir, medo de falhar e é esse mesmo medo que não nos deixa avançar.

O dilema é simples.
Preferes ter uma vida aparentemente feliz ou realmente feliz?