sábado, 28 de maio de 2016

La mafia.

Há empregos que devem ter parcerias com psicólogos.
Os empregos atrofiam as pessoas e os psicólogos têm emprego ao curar essas mesmas pessoas.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

A epilepsia e as realidades paralelas.

Fiquei extremamente chocada com o final do 5º episódio da 6ª temporada de Game Of Thrones.
Segue abaixo um artigo sobre as revelações de Hodor.

"O episódio 5 da sexta temporada de Game of Thrones, que foi ao ar no último domingo (22), foi de partir o coração dos fãs. As revelações feitas à respeito do passado de Hodor e como ele deixou de ser o Wylis para se tornar, bem, Hodor, foram chocantes. 

(ALERTA DE SPOILERS!)

Ao desobedecer o Corvo de Três Olhos, Bran deu margem para que os Outros descobrissem sua localização. A ação do jovem Stark desencadeou uma série de eventos. Conforme os Outros começaram a se aproximar da caverna, Bran e o Corvo de Três Olhos voltam mais uma vez ao passado, dessa vez para a infância de Ned Stark. Ao passo que Bran interagia com essa cena no passado, seu corpo no presente corria perigo ao ser perseguido por um exército zumbi.

Em sua visão, Bran entrou em contato com Wylis para que ele reagisse no presente. Wylis tem um ataque epilético e se tornou Hodor — que na cena do presente, morre.

Muitos fãs culparam Bran pelo que aconteceu. Segundo o físico Sean Carroll, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, o jovem Stark não mudou o curso da história de Westeros. "Resumindo: ele não mudou o passado, mas o afetou", afirmou o físico em entrevista ao Tech Insider. "Só existe um passado e é o em que Hodor teve um ataque epilético."

Ele explica ainda que existem tipos diferentes de viagem no tempo. A de Bran é considerada uma "volta casual consistente", em que um indivíduo volta no tempo para alterar eventos do passado, mas essas mudanças são consistentes com o que acontece no futuro e acabam mandando o viajante de volta para o seu presente. 

A ocorrência de Bran é diferente da de Marty McFly em De Volta para o Futuro, por exemplo. Ao mexer no passado, o jovem afeta diretamente o futuro. Para voltar para a realidade que conhecia, ele precisa ajeitar os eventos do passado até voltarem a seu formato original.

"Enquanto você não souber o que vai acontecer, você tem uma escolha. Mas depois que os eventos ocorrem, não há livre arbítrio", diz Carroll. "Da perspectiva da física, você precisa ter livre arbítrio para tomar suas decisões. Mas se essas decisões precisam ser consistentes, você não o tem."

Como aponta o Businesse Insider, isso mostra que Wylis sempre esteve destinado a se tornar Hodor. Contra sua vontade, ele sacrificou sua mente da infância e seu corpo de adulto para salvar Bran."



Após rever o fim do episódio, e de ler este artigo, dei por mim a pensar no quanto nós não conhecemos do mundo e nas perguntas às quais não temos resposta.

Bran voltou ao passado a assistiu ao momento em que Wylis teve um ataque epiléptico ainda jovem, ataque esse em que o que era necessário no futuro era Wylis segurar a porta para Bran poder fugir dos Caminhantes. Ele fica com a tarefa de segurar a porta "Hold The Door", para que os zombies não os apanhassem. 
O episódio já prometia desde a aparição do Príncipe Afogado, depois a morte do Verão (e a chegada do Inverno, que "parou de chegar") e da criadora dos Caminhantes, sacrificando-se para ganhar o tempo suficiente para Bran conseguir fugir com Hodor.
Na viagem ao passado, Bran assiste a Wylis dizer repetidamente a expressão "Hold The Door", vezes e vezes sem conta, até que a expressão se tornou "Hodor". E a partir desse dia, a única palavra que o gigante querido da série diz é "Hodor". Até ao dia da sua morte.

"Bran is lost in a vision, taken there by the Three Eyed Raven, taken back not to witness his father departing for the Vale, but to somehow commune with Willas, Hodor’s past self, a great big boy who whose life would change forever for one purpose: To hold the door. To save Bran and Meera. To foil the intentions of the Night’s King. "


"His whole entire life was fated for this one moment, for him to hold the door against an unspeakable evil, to save a boy and a girl."

Ou seja, Wylis tinha de ter o ataque epiléptico. Para no futuro morrer a segurar a porta.


Será que quando uma pessoa tem um ataque epiléptico está a passar por algo noutra realidade, noutra época, noutro lugar? Quantas pessoas deixam de falar ou repetem sempre os mesmos sons? 
Acho esta teoria bem plausível.

Wooooooooooooooooooooooooooowwwwwwwwwwwwwwwwwwwww.
:D




quinta-feira, 12 de maio de 2016

Pela Liberdade.

Passei agora por uma loja de animais e vi um papagaio daqueles cinzentos, numa gaiola grande, exposta na montra.
Olhei para ele e senti-me triste. Atraiu-me com aqueles olhinhos pequeninos, claros, com a pupila bem escura. Estive algum tempo a fazer-lhe festinhas pelo vidro. Ele seguia a minha mão com o olhar, atento ao que eu estava a fazer. O papagaio tremia.
E naquele momento fui inundada de uma grande revolta. Ali estava, aquele papagaio inocente, preso numa gaiola, num dia de sol, tratado como um objeto, uma peça de mercadoria, algo que faça enriquecer os bolsos de quem o expôs.
Revolta.
Até que todas as jaulas estejam vazias.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Otimismo



"Passei por uma experiência não muito boa.
Então, o meu copo está meio vazio? Ou estará meio cheio?
Quando contemplam o futuro, são alguém que espera que tudo resulte pelo melhor?
Ou pensam no pior?
Quando imaginamos o futuro, o nosso córtex cingulado anterior rostral determina se a nossa visão será de céus azuis, límpidos ou de nuvens negras.
Mas o otimismo e o pessimismo não foram programados. Com técnicas cognitivo-comportamentais, podemos superar a nossa tendência natural para desgraças e tristezas. O que queremos fazer?
Agarrarmo-nos aos erros do passado? Escarafunchar todas as feridas?
Ou podemos começar do zero? Ficarmos gratos pelo que temos. Estimar as nossas relações.
As nossas vidas são mais ricas, quando optamos pelo otimismo. E se o fizermos, talvez vejamos que os nossos copos estão um poucos mais cheios do que pensávamos."

Daniel Pierce. Perception T.3, Ep. 11